quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Churrasco no Helton

Sabe quando você está cansado de fazer as mesmas coisas com as mesmas pessoas? Depois de um tempo cansa aquela rotina, que se tem até como obrigação, ir para o mesmo bar, todas as sextas para encontrar as mesmas pessoas e tals, sabe?

Pois é, um dia resolvi jogar tudo para o alto e fazer diferente, uma coisa diferente, em um lugar diferente, mas com as pessoas de sempre por que elas são ótimas e não precisam ser mudadas.

Em algum meeting qualquer o Helton ofereceu a casa dele para um churrasco, e assim ficou acertado, no mesmo dia a Rafaela havia convidado para uma atividade cultural, então ficou a parceria, primeiro o sarau dela depois o churrasco na casa dele, ambos em Itajaí.

Encontrei antes com a Dana para ir junto com ela para lá e no caminho aparece uma resposta para uma coisa que havia me deixado intrigado.

Um flashback, uns dias antes ela tinha falado de almoçar comigo quando saísse da Univali, ah, por mim ótimo, não tenho tempo ruim, só de vê-la tentando conversar em português já vale pela cena e eu precisava mesmo ir para a universidade, assim ficou marcado. Lá pelo meio dia fui tentar encontrar com ela, num restaurante que ficava do outro lado da avenida, supostamente. Procuro, ando, dou a volta no quarteirão, pergunto para o taxista, rodo com o taxista e nada, mais de uma hora depois procurando o restaurante que ficava do outro lado da avenida desistimos de nos encontrar.

Então, a resposta é que o campus dela era em Itajaí e o meu em Balneário, simples assim.

Mistério morto voltemos à história do sarau/churrasco.

Chegando em Itajaí fomos até a livraria onde acontecia o evento, ainda estava no começo e lá encontramos a Renata F., ela estava com a família por lá então fomos junto, pessoas ótimas, boas de conversa (deveria levar suas irmãs nos meetings mais vezes, aliás, você deveria ir mais vezes, isso sim!), passamos lá um tempo e de lá voltamos para o sarau.

Dana ganhou um livro em português, um dos meus favoritos, Memórias Póstumas de Brás Cubas (já leu?) e leu outro, um infantil, mas que já é algo. Encontramos novamente com a Rafaela e finalmente com Juli e Helton. Ficamos lá um tempo e fomos para o supermercado fazer compras para o churrasco.

Nisso a Sheila e o Nicolas foram tentar nos encontrar no supermercado Angeloni. Eles em Balneário e nós lá em Itajaí. Isso pelo visto tava virando meio padrão de piada, mas esperar o que de um argentino?

Enfim, terminamos de fazer as compras, tudo certo, nos mandamos para a casa do Helton, os dois chegam de BC com mais carne e cerveja que acabou até sobrando. Colocamos o argentino para estragar carne, digo, assar e nisso ficamos conversando e bebendo, partimos das cervejas para a tequilla que estava dando sopa por lá, que depois foi outra garrafa... a música que começou em AC/DC acabou virando baixaria, claro e a carne argentinou, digo, estragou um pouco. Compramos uns vegetais e queijos para assar, já que tinha vegetariano no meio de nós, eu que preparei e claro que tava bom, sal grosso, alecrim e azeite, sem erro.

Sessões de fotos constrangedoras que não podem ser publicas e tudo mais. Ou seja, foi ótimo, precisamos repetir urgentemente a dose! Melhor dizendo, as doses.

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