Sabe quando você está cansado de fazer as mesmas coisas com as mesmas pessoas? Depois de um tempo cansa aquela rotina, que se tem até como obrigação, ir para o mesmo bar, todas as sextas para encontrar as mesmas pessoas e tals, sabe?
Pois é, um dia resolvi jogar tudo para o alto e fazer diferente, uma coisa diferente, em um lugar diferente, mas com as pessoas de sempre por que elas são ótimas e não precisam ser mudadas.
Em algum meeting qualquer o Helton ofereceu a casa dele para um churrasco, e assim ficou acertado, no mesmo dia a Rafaela havia convidado para uma atividade cultural, então ficou a parceria, primeiro o sarau dela depois o churrasco na casa dele, ambos em Itajaí.
Encontrei antes com a Dana para ir junto com ela para lá e no caminho aparece uma resposta para uma coisa que havia me deixado intrigado.
Um flashback, uns dias antes ela tinha falado de almoçar comigo quando saísse da Univali, ah, por mim ótimo, não tenho tempo ruim, só de vê-la tentando conversar em português já vale pela cena e eu precisava mesmo ir para a universidade, assim ficou marcado. Lá pelo meio dia fui tentar encontrar com ela, num restaurante que ficava do outro lado da avenida, supostamente. Procuro, ando, dou a volta no quarteirão, pergunto para o taxista, rodo com o taxista e nada, mais de uma hora depois procurando o restaurante que ficava do outro lado da avenida desistimos de nos encontrar.
Então, a resposta é que o campus dela era em Itajaí e o meu em Balneário, simples assim.
Mistério morto voltemos à história do sarau/churrasco.
Chegando em Itajaí fomos até a livraria onde acontecia o evento, ainda estava no começo e lá encontramos a Renata F., ela estava com a família por lá então fomos junto, pessoas ótimas, boas de conversa (deveria levar suas irmãs nos meetings mais vezes, aliás, você deveria ir mais vezes, isso sim!), passamos lá um tempo e de lá voltamos para o sarau.
Dana ganhou um livro em português, um dos meus favoritos, Memórias Póstumas de Brás Cubas (já leu?) e leu outro, um infantil, mas que já é algo. Encontramos novamente com a Rafaela e finalmente com Juli e Helton. Ficamos lá um tempo e fomos para o supermercado fazer compras para o churrasco.
Nisso a Sheila e o Nicolas foram tentar nos encontrar no supermercado Angeloni. Eles em Balneário e nós lá em Itajaí. Isso pelo visto tava virando meio padrão de piada, mas esperar o que de um argentino?
Enfim, terminamos de fazer as compras, tudo certo, nos mandamos para a casa do Helton, os dois chegam de BC com mais carne e cerveja que acabou até sobrando. Colocamos o argentino para estragar carne, digo, assar e nisso ficamos conversando e bebendo, partimos das cervejas para a tequilla que estava dando sopa por lá, que depois foi outra garrafa... a música que começou em AC/DC acabou virando baixaria, claro e a carne argentinou, digo, estragou um pouco. Compramos uns vegetais e queijos para assar, já que tinha vegetariano no meio de nós, eu que preparei e claro que tava bom, sal grosso, alecrim e azeite, sem erro.
Sessões de fotos constrangedoras que não podem ser publicas e tudo mais. Ou seja, foi ótimo, precisamos repetir urgentemente a dose! Melhor dizendo, as doses.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Juli, Juliana e Patty
Uma das pessoas que conheci nesses meetings foi a Juli, uma gauchá com *piii* anos que já tem diploma de peixeira.
Juli estava certo dia procurando couch para duas ou três pessoas aqui em BC, havia acabado de me mudar para um apartamento e um dos caras que dividem o apartamento iria até a cidade dele na pascoa e teria um quarto livre, após consultá-lo ofereci o quarto que foi logo aceito. Ficou de aparecer aqui na quinta com a Juliana e na sexta viria ela e a Patty.
Quando já eram lá pelas onze horas eu nem esperava que ela e a Juliana fossem aparecer aqui mais, mas vieram. Feitas as primeiras apresentações Juliana reclama que está com fome, guarde essa informação, ela se repetirá várias vezes, só hoje de manhã já foram duas, então fomos passear e procurar algo para comer, voltamos para casa tarde, com a ideia de no dia seguinte fazer um passeio de barco pirata, acredito que tenhamos ido nos deitar lá pelas 3h da manhã, cedi a minha cama para ela, dormi na sala.
Lá pelas 9 h ela "acorda", bom, eu não durmo com claridade então já tava de pé desde as 6 h, da para ver o nascer do sol sobre o mar da minha sala, descobri isso quando tudo que queria é que continuasse noite, mas não deu. As aspas no acorda fazem referência ao fato que ela foi mais acordada do que acordou de verdade, acho que pensou que fosse domingo e tava reclamando com o carinha do telemarketing que a ligou.
E lá fomos nós atrás do bendito barco pirata, bom, descobrimos que já não tinha mais viagens para o dia então dei a idéia de irmos até o morro do careca que uma amiga minha, de Blumenau, tinha me apresentado alguns dias ante, pela estrada era um passeio curto, não devia dar uma meia hora de caminhada.
Falei que ela é educadora física? Pois bem, o passeio não durou exatamente meia hora, nem uma ou duas. Basta dizer que quando voltamos para casa só tivemos tempo de nos arrumar para sair e ir no meeting, já era de noite. E ainda chegamos atrasados.
No caminho pegamos uma argentina que estava de passagem por aqui. E fomos os três. Momentos depois chega a Juli com a Patty e após o meeting vai todo mundo lá para casa.
Durante o meeting acertamos um passeio de barco por Porto Belo, chamamos o pessoal mas só a Renata se juntou a nós no passeio.
Passeio bem legal também, eu e quatro mulheres numa ilha paradisíaca num barco só nosso, morram de inveja.
Fomos até a ilha, boa estrutura, bem organizada, cuidada pela universidade do qual sou mestrando. Realmente é muito bom ver que a academia traz frutos para a sociedade.
Enfim, de noite elas foram para alguma festa, tinha trabalho para fazer e fiquei em casa. Domingo acordei com elas chegando da festa, conversamos um pouco e lá foram elas dormir e eu continuar estudando.
Pouco tempo depois elas acordam, começo a escutar um barulho e quando vejo, um caos! As três começaram a arrumar o quarto, mas um frenesi tomou de conta delas e quando vejo a Juli já estava levando roupas para a máquina de lavar, a Juliana lavando o fogão e a Patty limpando o chão todo. Até a tranquei do lado de fora para ver se ficavam quietas, mas nada. Só quando limparam o apartamento todo que se acalmaram.
Enfim, foi um excelente experiência, tanto que já tem uma dessas ai que acha que sou caseiro dela... Enfim, de qualquer forma gostaria de falar que o apartamento já tá sujo o suficiente, podem voltar quando quiser.
Juli estava certo dia procurando couch para duas ou três pessoas aqui em BC, havia acabado de me mudar para um apartamento e um dos caras que dividem o apartamento iria até a cidade dele na pascoa e teria um quarto livre, após consultá-lo ofereci o quarto que foi logo aceito. Ficou de aparecer aqui na quinta com a Juliana e na sexta viria ela e a Patty.
Quando já eram lá pelas onze horas eu nem esperava que ela e a Juliana fossem aparecer aqui mais, mas vieram. Feitas as primeiras apresentações Juliana reclama que está com fome, guarde essa informação, ela se repetirá várias vezes, só hoje de manhã já foram duas, então fomos passear e procurar algo para comer, voltamos para casa tarde, com a ideia de no dia seguinte fazer um passeio de barco pirata, acredito que tenhamos ido nos deitar lá pelas 3h da manhã, cedi a minha cama para ela, dormi na sala.
Lá pelas 9 h ela "acorda", bom, eu não durmo com claridade então já tava de pé desde as 6 h, da para ver o nascer do sol sobre o mar da minha sala, descobri isso quando tudo que queria é que continuasse noite, mas não deu. As aspas no acorda fazem referência ao fato que ela foi mais acordada do que acordou de verdade, acho que pensou que fosse domingo e tava reclamando com o carinha do telemarketing que a ligou.
E lá fomos nós atrás do bendito barco pirata, bom, descobrimos que já não tinha mais viagens para o dia então dei a idéia de irmos até o morro do careca que uma amiga minha, de Blumenau, tinha me apresentado alguns dias ante, pela estrada era um passeio curto, não devia dar uma meia hora de caminhada.
Falei que ela é educadora física? Pois bem, o passeio não durou exatamente meia hora, nem uma ou duas. Basta dizer que quando voltamos para casa só tivemos tempo de nos arrumar para sair e ir no meeting, já era de noite. E ainda chegamos atrasados.
No caminho pegamos uma argentina que estava de passagem por aqui. E fomos os três. Momentos depois chega a Juli com a Patty e após o meeting vai todo mundo lá para casa.
Durante o meeting acertamos um passeio de barco por Porto Belo, chamamos o pessoal mas só a Renata se juntou a nós no passeio.
Passeio bem legal também, eu e quatro mulheres numa ilha paradisíaca num barco só nosso, morram de inveja.
Fomos até a ilha, boa estrutura, bem organizada, cuidada pela universidade do qual sou mestrando. Realmente é muito bom ver que a academia traz frutos para a sociedade.
Enfim, de noite elas foram para alguma festa, tinha trabalho para fazer e fiquei em casa. Domingo acordei com elas chegando da festa, conversamos um pouco e lá foram elas dormir e eu continuar estudando.
Pouco tempo depois elas acordam, começo a escutar um barulho e quando vejo, um caos! As três começaram a arrumar o quarto, mas um frenesi tomou de conta delas e quando vejo a Juli já estava levando roupas para a máquina de lavar, a Juliana lavando o fogão e a Patty limpando o chão todo. Até a tranquei do lado de fora para ver se ficavam quietas, mas nada. Só quando limparam o apartamento todo que se acalmaram.
Enfim, foi um excelente experiência, tanto que já tem uma dessas ai que acha que sou caseiro dela... Enfim, de qualquer forma gostaria de falar que o apartamento já tá sujo o suficiente, podem voltar quando quiser.
Julian
Como disse na apresentação, peguei um longo couch quando cheguei aqui em BC.
Quando soube do processo seletivo para o mestrado procurei passagens e um hotel barato para ficar, fiquei no mais barato que encontrei, não o recomendo e hoje tenho dezenas de recomendações de lugares para se ficar, mas enfim, marquei passagem de volta para Teresina para o dia seguinte ao resultado da seleção do mestrado, assim, se eu fosse aprovado poderia ficar direto, só tendo que desmarcar o meu voo.
Também havia sondado o couchsurfing, para ver se daria certo, tive algumas respostas negativas, alguns não me responderam, outro veio me responder em junho (Thomas?) e um não me deu certeza, pois não tinha muita certeza de como estaria no dia.
Soube que havia sido aprovado numa ligação de telefone as 17h do dia da minha última noite na espelunca, digo, hotel. E não teria mais hotel no dia seguinte, nem vontade de ficar.
Lembrei do couch, mas estava sem acesso naquela hora, então recorri a uma amiga para entrar em contato com o cara que não tinha me dado muita certeza, assim ela o fez e por sorte conseguiu uma resposta bem rápido, assim acertei com ele de ir para lá no dia seguinte.
No dia seguinte nunca fiquei tão feliz por sair de um hotel.
Fui até a casa do Julian ainda sem nem conhecer a cidade direito, mas cheguei lá. Era um apartamento grande, três quartos e ele morava só, a razão era que por ser estrangeiro ele conseguir alugar apartamento era mais complicado, mas assim que conseguiu ficou com ele.
Fui apresentado ao meu couch, um couch literalmente, mas do lado tinha uma rede para qual me mudei, nordestino não pode ver uma.
Julian é um cara que até então só sabia que existia por reportagens, vivia trabalhando pela internet por causa de poker, dá até certa inveja, me passou um link interessante, aprendi alguma coisa mas ainda assim não me sinto atraído por isso, o que não me faz não sentir inveja de qualquer forma.
Conheci as pessoas do grupo local do couchsurfing em um meeting que fui com ele e posso dizer que essas pessoas são o meu principal eixo social aqui em Balneário Camboriú. Falarei mais adiante.
Enfim, me hospedou por três semanas, mais tempo que previa, mais tempo do que ele previa também, certamente, mas não acho que tenha sido ruim, tanto que nós mantemos contato até hoje, mesmo ele já tendo voltado para a Alemanha e me deixado um belo espólio de coisas que ele não iria levar para lá. Posso chamá-lo de amigo sem medo de estar falando besteira.
Definitivamente uma experiencia como essa me fez abrir mais os olhos para o couchsurfing e me deixar mais atento ao que é feito "lá", pois essa interação, de se abrir a casa para uma pessoa que você não tem ideia de quem seja é surpreendente. E eu gosto de surpresas.
- Ué?! Passou três semanas na casa do cara e só vai falar isso?
Então, é. Só isso.
Quando soube do processo seletivo para o mestrado procurei passagens e um hotel barato para ficar, fiquei no mais barato que encontrei, não o recomendo e hoje tenho dezenas de recomendações de lugares para se ficar, mas enfim, marquei passagem de volta para Teresina para o dia seguinte ao resultado da seleção do mestrado, assim, se eu fosse aprovado poderia ficar direto, só tendo que desmarcar o meu voo.
Também havia sondado o couchsurfing, para ver se daria certo, tive algumas respostas negativas, alguns não me responderam, outro veio me responder em junho (Thomas?) e um não me deu certeza, pois não tinha muita certeza de como estaria no dia.
Soube que havia sido aprovado numa ligação de telefone as 17h do dia da minha última noite na espelunca, digo, hotel. E não teria mais hotel no dia seguinte, nem vontade de ficar.
Lembrei do couch, mas estava sem acesso naquela hora, então recorri a uma amiga para entrar em contato com o cara que não tinha me dado muita certeza, assim ela o fez e por sorte conseguiu uma resposta bem rápido, assim acertei com ele de ir para lá no dia seguinte.
No dia seguinte nunca fiquei tão feliz por sair de um hotel.
Fui até a casa do Julian ainda sem nem conhecer a cidade direito, mas cheguei lá. Era um apartamento grande, três quartos e ele morava só, a razão era que por ser estrangeiro ele conseguir alugar apartamento era mais complicado, mas assim que conseguiu ficou com ele.
Fui apresentado ao meu couch, um couch literalmente, mas do lado tinha uma rede para qual me mudei, nordestino não pode ver uma.
Julian é um cara que até então só sabia que existia por reportagens, vivia trabalhando pela internet por causa de poker, dá até certa inveja, me passou um link interessante, aprendi alguma coisa mas ainda assim não me sinto atraído por isso, o que não me faz não sentir inveja de qualquer forma.
Conheci as pessoas do grupo local do couchsurfing em um meeting que fui com ele e posso dizer que essas pessoas são o meu principal eixo social aqui em Balneário Camboriú. Falarei mais adiante.
Enfim, me hospedou por três semanas, mais tempo que previa, mais tempo do que ele previa também, certamente, mas não acho que tenha sido ruim, tanto que nós mantemos contato até hoje, mesmo ele já tendo voltado para a Alemanha e me deixado um belo espólio de coisas que ele não iria levar para lá. Posso chamá-lo de amigo sem medo de estar falando besteira.
Definitivamente uma experiencia como essa me fez abrir mais os olhos para o couchsurfing e me deixar mais atento ao que é feito "lá", pois essa interação, de se abrir a casa para uma pessoa que você não tem ideia de quem seja é surpreendente. E eu gosto de surpresas.
- Ué?! Passou três semanas na casa do cara e só vai falar isso?
Então, é. Só isso.
Bruno
Eu fiz o meu perfil no site após ler uma reportagem em alguma revista, realmente não me recordo qual.
No começo achei interessante, mas nada demais, não havia muita movimentação e o grupo de Teresina era incipiente ainda, ficou por isso mesmo.
Até o dia que uma pessoa pediu um couch para o namorado que estava a vir da Nova Zelândia.
Couch oferecido, couch aceito.
Fui advertido que ele não falava português muito bem, apesar de ser brasileiro, pois foi morar fora muito cedo. Que nada, o cara falava super bem, sem maiores problemas. Pessoa amável, amiga e super leve, mesmo sendo lutador profissional.
Logo após ter sido entregue em casa fui passear com ele no shopping, bom, atleta que tem dieta de milhares de calorias a mais que nós meros mortais, o apetite foi de espantar, mas de uma forma engraçada. Rendeu muita história esse fato. Pela minha lembrança foi um combo de sanduiche do Bob's + milk shake + três bolas de sorvete + dois litros de chá + duas pizzas + meia melancia, entre 5 da tarde e duas da manhã.
Houve alguma ajuda para acabar com essa comida, pois fomos depois para uma festa de aniversário de uma amiga minha. então descontem uma pizza e uma fatia de melancia que outras pessoas pegaram, de resto pode incluir na conta.
No dia seguinte lembro que fui pegar uns arquivos na casa de uma amiga e depois passamos a tarde conversando enquanto ele comia um bolo de cenoura com chocolate. A felicidade da minha mãe por ter que fazer outro bolo foi inesquecível. Sim, foi um bolo grande, pois lá em casa ninguém cozinha pouco, todo em uma tarde.
Foi um couch curto, mas inesquecível. Foi a primeira vez que fui host de algo assim, uma bela experiência e espero poder entrar em contato mais vezes com a pessoa.
No começo achei interessante, mas nada demais, não havia muita movimentação e o grupo de Teresina era incipiente ainda, ficou por isso mesmo.
Até o dia que uma pessoa pediu um couch para o namorado que estava a vir da Nova Zelândia.
Couch oferecido, couch aceito.
Fui advertido que ele não falava português muito bem, apesar de ser brasileiro, pois foi morar fora muito cedo. Que nada, o cara falava super bem, sem maiores problemas. Pessoa amável, amiga e super leve, mesmo sendo lutador profissional.
Logo após ter sido entregue em casa fui passear com ele no shopping, bom, atleta que tem dieta de milhares de calorias a mais que nós meros mortais, o apetite foi de espantar, mas de uma forma engraçada. Rendeu muita história esse fato. Pela minha lembrança foi um combo de sanduiche do Bob's + milk shake + três bolas de sorvete + dois litros de chá + duas pizzas + meia melancia, entre 5 da tarde e duas da manhã.
Houve alguma ajuda para acabar com essa comida, pois fomos depois para uma festa de aniversário de uma amiga minha. então descontem uma pizza e uma fatia de melancia que outras pessoas pegaram, de resto pode incluir na conta.
No dia seguinte lembro que fui pegar uns arquivos na casa de uma amiga e depois passamos a tarde conversando enquanto ele comia um bolo de cenoura com chocolate. A felicidade da minha mãe por ter que fazer outro bolo foi inesquecível. Sim, foi um bolo grande, pois lá em casa ninguém cozinha pouco, todo em uma tarde.
Foi um couch curto, mas inesquecível. Foi a primeira vez que fui host de algo assim, uma bela experiência e espero poder entrar em contato mais vezes com a pessoa.
Apresentação
Olá!
Você já deve me conhecer, já que esse é o meu primeiro post e só vou divulgar em redes sociais, ou seja, se você me tem em uma delas vai receber o link, então sem mais delongas vou falar logo sobre esse projeto.
Quando vim para Balneário Camboriú para fazer a prova do mestrado em Turismo e Hotelaria, recorri a uma ferramenta que havia usado apenas uma vez, o site CouchSurfing.
Peguei um couch bem longo, de três semanas (valeu Julian!), e nesse período fui em várias atividades promovidas pelo pessoal do grupo local, como os meetings e os walk and talk.
Esse couch se encerrou quando, finalmente, consegui um apartamento, nem duas semanas depois de me mudar já recebi três pessoas aqui em casa.
Após isso vieram vários meetings, walk and talks e outras atividades, como churrasco, sushis, bate e volta, viagens etc.
Senti cada vez mais curiosidade sobre isso, sobre essa loucura que é disponibilizar o seu tempo e o seu espaço para completos estranhos, que pouco tempo depois você percebe já está tratando como se fossem amigos de anos. Não faz sentido.
Já que a área do meu mestrado é turismo, resolvi não refazer o meu pré-projeto, e sim joga-lo fora e fazer um novo. Partir do zero. Então é isso, agora pesquiso a rede.
Senti necessidade de guardar essas memórias que tenho e outras inúmeras que pretendo ter. Também aceito participação de outros, caso tenha uma experiência de CS muito boa, ou muito ruim, e queira compartilhar, não se faça de rogado, me envie!
Os posts eu colocarei com o primeiro nome da pessoa, ou o evento e tentarei colocar em ordem cronológica, sem necessariamente ter a data lembrada.
Seja bem vindo e apareça sempre. Quando eu atualizar aviso pelo facebook na página correspondente.
Você já deve me conhecer, já que esse é o meu primeiro post e só vou divulgar em redes sociais, ou seja, se você me tem em uma delas vai receber o link, então sem mais delongas vou falar logo sobre esse projeto.
Quando vim para Balneário Camboriú para fazer a prova do mestrado em Turismo e Hotelaria, recorri a uma ferramenta que havia usado apenas uma vez, o site CouchSurfing.
Peguei um couch bem longo, de três semanas (valeu Julian!), e nesse período fui em várias atividades promovidas pelo pessoal do grupo local, como os meetings e os walk and talk.
Esse couch se encerrou quando, finalmente, consegui um apartamento, nem duas semanas depois de me mudar já recebi três pessoas aqui em casa.
Após isso vieram vários meetings, walk and talks e outras atividades, como churrasco, sushis, bate e volta, viagens etc.
Senti cada vez mais curiosidade sobre isso, sobre essa loucura que é disponibilizar o seu tempo e o seu espaço para completos estranhos, que pouco tempo depois você percebe já está tratando como se fossem amigos de anos. Não faz sentido.
Já que a área do meu mestrado é turismo, resolvi não refazer o meu pré-projeto, e sim joga-lo fora e fazer um novo. Partir do zero. Então é isso, agora pesquiso a rede.
Senti necessidade de guardar essas memórias que tenho e outras inúmeras que pretendo ter. Também aceito participação de outros, caso tenha uma experiência de CS muito boa, ou muito ruim, e queira compartilhar, não se faça de rogado, me envie!
Os posts eu colocarei com o primeiro nome da pessoa, ou o evento e tentarei colocar em ordem cronológica, sem necessariamente ter a data lembrada.
Seja bem vindo e apareça sempre. Quando eu atualizar aviso pelo facebook na página correspondente.
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